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A HITORIA DOS DOZE APOSTOLOS - 7° MATEUS

Mateus, o N. T. grego diz Maththaios ou Mattahios, derivado do Hebreu Mattithyah, sig. Dom de Deus.
Nome de um publicano, ou  cobrador de impostos ao serviço do governo romano ou do rei Herodes, estabelecido em cafarnaum. Estando assentado no telônio (casa ou mesa que se recebia  as rendas publicas), Jesus o chamou para segui-lo como discipulo. Ele também era conhecido como Levi filho de Alfeu. Era comum entre os judeus usarem dois nomes, por isso, é provável que ele se chamasse a princípio pelos dois nomes, ou que o nome de Mateus lhe fosse dado depois da sua conversão, como aconteceu com Simão que se ficou chamando Pedro. Diz a tradição que Mateus pregou o evangelho aos Judeos, o que parece provável, em vista da afeição peculiar de seu evangellho.
Identidade

Entre os primeiros seguidores e apóstolos de Jesus, Mateus é mencionado em Mateus 9:9 e Mateus 10:3 como tendo sido um coletor de impostos de Cafarnaum que foi convidado para o círculo dos Doze por Jesus. Ele também é mencionado como um dos doze apóstolos, embora sem a menção de sua profissão anterior, em Marcos 3:18, Lucas 6:15 e Atos 1:13. Ele é geralmente identificado como sendo o Levi, filho de Alfeu, também coletor de impostos e que é citado em Marcos 2:14 e Lucas 5:27.

Primeiros anos

Durante a ocupação romana, que iniciou em 63 a.C. com a conquista de Pompeu, Mateus coletava impostos do povo hebreu para Herodes Antipas, o tetrarca da Galileia. Sua coletoria estava localizada em Cafarnaum. Judeus que enriqueciam desta maneira era desprezados e considerados párias. Porém, como um coletor de impostos, ele deve ter alfabetizado em aramaico (ainda que provavelmente não em grego e nem em latim).

Foi neste cenário, perto de onde hoje está Almagor, que Jesus convidou Mateus para ser um dos Doze Apóstolos. Após o chamado, Mateus convidou Jesus para um banquete em sua casa. Ao ver isto, os escribas e os fariseus criticaram Jesus por cear com coletores de impostos e pecadores. A provocação fez Jesus responder, «Não vim chamar os justos, mas os pecadores ao arrependimento.» (Lucas 5:29).

O ministério de Mateus



O ministério de Mateus no Novo Testamento é bastante complexo de atestar. Quando ele é mencionado, é geralmente junto com Tomé. Como discípulo, ele seguiu Cristo e foi uma das testemunhas da Ressurreição e da Ascensão. Depois, Mateus, Maria, Tiago e outros seguidores próximos a Jesus se recolheram ao cenáculo em Jerusalém. Na mesma época, Tiago sucedeu a Jesus como líder da igreja de Jerusalém.

Eles permaneceram nas redondezas de Jerusalém e proclamaram que Jesus, filho de José, era o Messias prometido nas profecias. Acredita-se que estes primeiros cristãos judeus eram chamados de nazarenos: pp. 597 & amp;722. É quase certo que Mateus era um deles, uma vez que tanto o Novo Testamento quanto o Talmud assim atestam.

Mateus pregou por quinze anos o Evangelho em hebraico para a comunidade judaica na Judeia. Mais tarde, ele viajaria pelas nações gentias (presumivelmente seguindo o ordenamento de Jesus em Mateus 28:16-20) e espalhou os ensinamentos de Jesus entre os etíopes, macedonianos, persas e partos. Acredita-se também que ele tenha morrido uma morte natural, na Etiópia ou na Macedônia. Porém, tanto a Igreja Católica quanto a Ortodoxa sustentam a crença tradicional de que ele tenha morrido mártir.

O Evangelho de Mateus

Os cristãos do tempo de Mateus ainda se consideravam judeus e, como tais, eles adoravam no Templo: pp. 957 & 722 e reverenciavam e Lei dada por Deus a Moisés. Eles também reverenciavam uma tradição oral chamada Torah Shebeal Peh, que interpretava a lei escrita. Foi neste contexto cultural (chamado de Sitz im Leben) que a tradição oral cristã nasceu, conforme Jesus e rabinos cristãos desenvolveram a "mensagem" (evangelios) oral interpretando a lei escrita.

Quando o Segundo Templo em Jerusalém foi destruído em 70 d.C., esta tradição oral não era mais possível e se tornou necessário escrevê-la, o que ocorreu na Mishnah (parte do que seria posteriormente o Talmude). Acredita-se que Mateus traduziu a "tradição oral cristã" (ou Logia) na forma escrita antes de partir para Roma.

Orígenes afirma que o primeiro evangelho foi escrito por Mateus . Este evangelho foi escrito em hebraico em Jerusalém para ser utilizado por cristãos-judeus e traduzido para o grego, embora esta não tenha sobrevivido. Uma cópia do original hebraico era mantido na Biblioteca Teológica de Cesareia Marítima. A comunidade nazarena transcreveu uma cópia para Jerónimo, que a utilizou em sua obra De Viris Illustribus. O Evangelho de Mateus era então chamado de "Evangelho dos Hebreus" ou, às vezes, "Evangelho dos Apóstolos" e acredita-se que ele foi o original "Mateus grego" encontrado na Bíblia. Porém, esta interpretação foi contestada por estudiosos modernos como Bart Ehrman e James Edwards.

Os padres da Igreja Epifânio de Salamina e Jerônimo de Strídon mencionam um evangelho primordial, o hoje perdido Evangelho dos Hebreus, que foi parcialmente preservado nos escritos deles, e que teria sido escrito por Mateus. Epifânio porém não afirma por si que o autor seria Mateus, ele apenas afirma que esta era a crença dos heréticos Ebionitas. Muitos estudiosos hoje em dia, notavelmente Raymond E. Brown, acreditam que "o evangelho canônico de Mateus foi escrito em grego por alguém que não foi testemunha ocular e cujo nome é desconhecido para nós e que dependia de fontes como o Evangelho de Marcos e a fonte Q", uma teoria conhecida como Prioridade de Marcos. Há opiniões divergentes, como a de Craig Blomberg.



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